Descoberta feita com a Amiga Má... em perfeita sintonia.
GREAT! GREAT! GREAT!
sexta-feira, fevereiro 22, 2008
terça-feira, fevereiro 19, 2008
Experiência...
Nunca discutas com um idiota: primeiro, ele arrasta-te até ao seu nível e depois, ganha-te em experiência.
Isso, é o que vou tentar fazer amanhã, em Coimbra, com um colega: não discutir...deixá-lo falar... e pensar nessa altura que ele pode ser condenado a multa por litigância de má fé (mas tenho mesmo que me fixar nesta ideia).
NB: ...e não tomar café!
quinta-feira, fevereiro 14, 2008
NOT MUCH TIME...
Porque não me farto desta música...
Porque a tenho ouvido muitas vezes estes ultimos dias...
Porque a tenho ouvido muitas vezes estes ultimos dias...
quinta-feira, fevereiro 07, 2008
EM STAND BY...
Nestes dias, tenho ficado num estado segundo, numa letargia doentia, daquelas que se agarram à mente e não deixam que se descanse. Já tive piores e quantificando, estou a mais ou menos 30% do meu estado crítico.
Necessito recuperar forças, esperança e muita confiança, mas ainda a kms do fundo do poço: é o meu estado letárgico. Penso, analiso, equaciono, sofro de enxaqueca, aparece a melancolia, mas não sou capaz de chorar. Acredito que ajudava, se pudesse. Deitava umas boas litradas de agua cá pra fora, e ficava o caso arrumado. Simplesmente, não sou capaz. Talvez muita preocupação ao mesmo tempo. E também nunca fui "chorona". Aliás, abomino gentinha sempre com a lágrima pronta! Daí que muitas pessoas me acham bruta e/ou insensível (já ouvi isso da minha própria irmã!...).
Nestes dias, a minha vida anda no serviço mínimo: faço os "possiveis". Ahhhh!!! como odeio palavras do género: tentar, possíveis... ODEIO!!!!
No entanto, por agora, não dá para mais. Vou acordar amanhã, no sábado, na segunda, ou daqui uma semana e a letargia terá desaparecido, como por magia.
Necessito recuperar forças, esperança e muita confiança, mas ainda a kms do fundo do poço: é o meu estado letárgico. Penso, analiso, equaciono, sofro de enxaqueca, aparece a melancolia, mas não sou capaz de chorar. Acredito que ajudava, se pudesse. Deitava umas boas litradas de agua cá pra fora, e ficava o caso arrumado. Simplesmente, não sou capaz. Talvez muita preocupação ao mesmo tempo. E também nunca fui "chorona". Aliás, abomino gentinha sempre com a lágrima pronta! Daí que muitas pessoas me acham bruta e/ou insensível (já ouvi isso da minha própria irmã!...).
Nestes dias, a minha vida anda no serviço mínimo: faço os "possiveis". Ahhhh!!! como odeio palavras do género: tentar, possíveis... ODEIO!!!!
No entanto, por agora, não dá para mais. Vou acordar amanhã, no sábado, na segunda, ou daqui uma semana e a letargia terá desaparecido, como por magia.
sábado, fevereiro 02, 2008
O que me faz sofrer...
"Recomeça... se puderes, sem angústia e sem pressa. E os passos que deres nesse caminho duro do futuro, dá-os em liberdade. Enquanto não alcances não descanses. De nenhum fruto queiras só metade"
MIGUEL TORGA
(enviado por e-mail pela amiga de sempre)
sexta-feira, fevereiro 01, 2008
HELP REQUIRED...

"Energy security vs market liberalisation: please discuss how to address the conflict between opening markets fully while protecting the needs of states to secure energy supplies"
bibliografia...
Leis, acordos internacionais, tratados...
Opiniões...
(Agradeço antecipadamente)
Marcadores:
Energy,
Environment,
IBA,
Natural Resources and Infrastructure Law,
Word Paper
quarta-feira, janeiro 23, 2008
DIA NÃO...
sexta-feira, janeiro 18, 2008
sexta-feira, janeiro 11, 2008
HORÁRIOS...
Quinta-feira 10 de Janeiro - 12h50, esfomeada:
- "Dr.a tem que esperar uma horita mais ou menos pa poder assinar esses papeis, é que a Sr.a Procuradora foi almoçar, e preciso que ela veja o documento antes de assinarem"
- "Ah Sr. A, não pode ser, a Sr.a Procuradora foi almoçar, eu também estou cheinha de fome, e às 14h, tenho de estar na notária [Deves estar a sonhar! Quero é que esperes sentadinho, e a tua patroa também, porque eu não estou ao dispor dessa mal-educada].
- " Não me diga isso Dr.a, é que fiquei de ter isso pronto amanha às 9h, pode voltar pelas 16h ainda hoje, então?"
- "Não posso, não posso Sr. A! Quer que deixe de almoçar hoje? Quer que deixe o que tenho pra fazer? Não me queira aturar sem comer, sou terrivel! [Tu tripas valentemente oh parolo! Vai mas é chorar po colinho da tua patroa, e amanha falamos]
- "Ai Dr.a como vou fazer agora?"
- "Passo amanhã pelas 9h por aqui e assino isso tudo. Se tiver algum problema com a Sr.a Procuradora, ela que me telefone, e eu explicar-lhe-ei que também tenho que almoçar, como ela, que tenho horários para cumprir que ela deixou de ter, que tenho trabalho urgente que não tenho o poder de adiar porque é o que me permite viver, o que ela pelo contrário, pode se dar ao luxo de dispensar, e deixar pr'amanha!" [Vai pa p*** que te pariu mais a tua patroa, e vão f**** outros, que eu não tenho a vossa vida]
- "Dr.a tem que esperar uma horita mais ou menos pa poder assinar esses papeis, é que a Sr.a Procuradora foi almoçar, e preciso que ela veja o documento antes de assinarem"
- "Ah Sr. A, não pode ser, a Sr.a Procuradora foi almoçar, eu também estou cheinha de fome, e às 14h, tenho de estar na notária [Deves estar a sonhar! Quero é que esperes sentadinho, e a tua patroa também, porque eu não estou ao dispor dessa mal-educada].
- " Não me diga isso Dr.a, é que fiquei de ter isso pronto amanha às 9h, pode voltar pelas 16h ainda hoje, então?"
- "Não posso, não posso Sr. A! Quer que deixe de almoçar hoje? Quer que deixe o que tenho pra fazer? Não me queira aturar sem comer, sou terrivel! [Tu tripas valentemente oh parolo! Vai mas é chorar po colinho da tua patroa, e amanha falamos]
- "Ai Dr.a como vou fazer agora?"
- "Passo amanhã pelas 9h por aqui e assino isso tudo. Se tiver algum problema com a Sr.a Procuradora, ela que me telefone, e eu explicar-lhe-ei que também tenho que almoçar, como ela, que tenho horários para cumprir que ela deixou de ter, que tenho trabalho urgente que não tenho o poder de adiar porque é o que me permite viver, o que ela pelo contrário, pode se dar ao luxo de dispensar, e deixar pr'amanha!" [Vai pa p*** que te pariu mais a tua patroa, e vão f**** outros, que eu não tenho a vossa vida]
quinta-feira, janeiro 10, 2008
ODIO DE ESTIMAÇÃO
Ultimamente, não há coisa que me irrite mais do que os anúncios para créditos ao consumo. Fico incontrolável: lanço o comando da TV, o chinelo, uns valentes palavrões e tudo o que tiver à mão!
A semana passada, "examinei" com mais atenção um anúncio de uma destas empresas, para poder perceber o que me irritava mais. Começando pelas músicas de fundo, repetitivas, espalhafatosas, demasiadamente alegre, seguindo-se com scenario propriamente... nem sei como hei-de qualificar tanta falta de ... de... tudo! Até os actores são deprimentes de tanta falsidade que ostentam.
Num dos anuncios, vê-se um jovem felicíssimo a simular um romance com um porco enorme cor-de-rosa (tipo peteiro), numa praia, brincando às escondidas. Alguem já parou para pensar? De tão limitado e de tão mau gosto que é, que até me é dificil acreditar que exista uma alminha nesta terra que pensou e conceitualizou esse anúncio. Sinceramente, do fundinho do coração, nunca vi publicidade tão odiosa e tão ridícula.
Nem sei como existem pessoas suficientemente burras que nem socos para sequer ponderar recorrer a essas empresas de crédito!
Ainda que desconheça os juros exorbitantes que elas praticam, penso que a própria publicidade INCITA a não as procurar. Mas por outro lado, se estas empresas conseguem tanto espaço publicitário,é porque há muito otário por aí a pensar que pode namorar um porco cor-de-rosa ! Como é possivel dar crédito (e aqui, passo a expressão) a isto?!
A semana passada, "examinei" com mais atenção um anúncio de uma destas empresas, para poder perceber o que me irritava mais. Começando pelas músicas de fundo, repetitivas, espalhafatosas, demasiadamente alegre, seguindo-se com scenario propriamente... nem sei como hei-de qualificar tanta falta de ... de... tudo! Até os actores são deprimentes de tanta falsidade que ostentam.
Num dos anuncios, vê-se um jovem felicíssimo a simular um romance com um porco enorme cor-de-rosa (tipo peteiro), numa praia, brincando às escondidas. Alguem já parou para pensar? De tão limitado e de tão mau gosto que é, que até me é dificil acreditar que exista uma alminha nesta terra que pensou e conceitualizou esse anúncio. Sinceramente, do fundinho do coração, nunca vi publicidade tão odiosa e tão ridícula.
Nem sei como existem pessoas suficientemente burras que nem socos para sequer ponderar recorrer a essas empresas de crédito!
Ainda que desconheça os juros exorbitantes que elas praticam, penso que a própria publicidade INCITA a não as procurar. Mas por outro lado, se estas empresas conseguem tanto espaço publicitário,é porque há muito otário por aí a pensar que pode namorar um porco cor-de-rosa ! Como é possivel dar crédito (e aqui, passo a expressão) a isto?!
sexta-feira, janeiro 04, 2008
RESPOSTA AO SR. EIRA-VELHA...
Desconhecendo o significado do termo "bera", recorri então ao meu Dicionário da Lingua Portuguesa, da Porto Editora.
Bera, adj. que parece bom, mas não é; falso. (Do antr. al. Baer que, por 1908, inundou Lisboa e Porto de pedras falsas).
Na minha perspectiva, ou bem achava que eu era um ser maravilhoso, e ficou desiludido com o que leu anteriormente, ou então esta a chamar-me de falsa.
Na primeira hipotese, não vejo outra solução senão lhe dar os meus pêsames (acredite que por vezes também fico profundamente desgostosa comigo própria).
Na segunda, as coisas modificam-se: não soufalsa. Sim, já fui hipocrita e continuo a sê-lo por vezes, por interesse profissional ou social: tem que ser! E não me venha com lérias, todos somos mais ou menos hipocritas consoante as ciscuntâncias. Já imaginou se alguma vez eu chegasse à dizer tudo o que acho daquele labrego de colega da minha comarca, na cara dele?... não pode ser. Pois não...
Agora falsa, não. Nunca fui. A falsidade implica a falta de honestidade nos sentimentos. Gosto ou não gosto, não engano ninguem.
Bera, adj. que parece bom, mas não é; falso. (Do antr. al. Baer que, por 1908, inundou Lisboa e Porto de pedras falsas).
Na minha perspectiva, ou bem achava que eu era um ser maravilhoso, e ficou desiludido com o que leu anteriormente, ou então esta a chamar-me de falsa.
Na primeira hipotese, não vejo outra solução senão lhe dar os meus pêsames (acredite que por vezes também fico profundamente desgostosa comigo própria).
Na segunda, as coisas modificam-se: não soufalsa. Sim, já fui hipocrita e continuo a sê-lo por vezes, por interesse profissional ou social: tem que ser! E não me venha com lérias, todos somos mais ou menos hipocritas consoante as ciscuntâncias. Já imaginou se alguma vez eu chegasse à dizer tudo o que acho daquele labrego de colega da minha comarca, na cara dele?... não pode ser. Pois não...
Agora falsa, não. Nunca fui. A falsidade implica a falta de honestidade nos sentimentos. Gosto ou não gosto, não engano ninguem.
quinta-feira, janeiro 03, 2008
Extrato de um questionário de um concurso para uma entidade international
Qualidades principais que pensa possuir:
A Perseverança - [isso, meus amigos, ninguem mo tira, arriscaria até o termo temeridade, mas depois de ler a definição no dicionário, ("audácia / ousadia ante um perigo quase certo"), pensei melhor, e acho sinceramente que quem passaria a sentir medo talvez fossem os senhores. Sou perseverante sim, aliás acho que é a unica grande e mensuravel qualidade que tenho, de resto, não sou mais trabalhadora que os outros, tenho o mesmo dias de grande productividade e outros em que nem o correio consigo despachar, a minha inteligência é mediana, e não sou simpática]
A Alegria - [Tinha que pôr pelo menos 2 qualidades, senão iria parecer o quê?... Fui perguntar à minha mãe o que ela achava, e foi a primeira coisa que lhe veio à mente ("nunca foste de dar mal tempo, minha filha!"). Pareceu-me estranho, à primeira, mas pensando bem, sempre gostei (demais) de rir, fico sempre feliz ao chegar a casa, e quando estou com ideias um pouco cinzentas, tento lembrar-me da altura em que a vida não me correu bem, e aí, meus senhores, o sorriso é automático. Não quero dizer com isso que sou positiva, daquelas maluquinhas estupidas e limitadas que pensam que tudo o que acontece na vida TEM QUE ser encarado de maneira positiva: é impossivel, e improductivo]
Defeitos que pensa ter:
[Meus senhores querem que vos escreva, preto no branco, que sou resmungona, sarcástica, lenta, insegura ou ainda orgulhosa?... devem estar a tripar!]
Teimosia [o que toda a gente deve escrever...]
A Perseverança - [isso, meus amigos, ninguem mo tira, arriscaria até o termo temeridade, mas depois de ler a definição no dicionário, ("audácia / ousadia ante um perigo quase certo"), pensei melhor, e acho sinceramente que quem passaria a sentir medo talvez fossem os senhores. Sou perseverante sim, aliás acho que é a unica grande e mensuravel qualidade que tenho, de resto, não sou mais trabalhadora que os outros, tenho o mesmo dias de grande productividade e outros em que nem o correio consigo despachar, a minha inteligência é mediana, e não sou simpática]
A Alegria - [Tinha que pôr pelo menos 2 qualidades, senão iria parecer o quê?... Fui perguntar à minha mãe o que ela achava, e foi a primeira coisa que lhe veio à mente ("nunca foste de dar mal tempo, minha filha!"). Pareceu-me estranho, à primeira, mas pensando bem, sempre gostei (demais) de rir, fico sempre feliz ao chegar a casa, e quando estou com ideias um pouco cinzentas, tento lembrar-me da altura em que a vida não me correu bem, e aí, meus senhores, o sorriso é automático. Não quero dizer com isso que sou positiva, daquelas maluquinhas estupidas e limitadas que pensam que tudo o que acontece na vida TEM QUE ser encarado de maneira positiva: é impossivel, e improductivo]
Defeitos que pensa ter:
[Meus senhores querem que vos escreva, preto no branco, que sou resmungona, sarcástica, lenta, insegura ou ainda orgulhosa?... devem estar a tripar!]
Teimosia [o que toda a gente deve escrever...]
quinta-feira, dezembro 27, 2007
quarta-feira, dezembro 19, 2007
sexta-feira, dezembro 14, 2007
PERPÉTUITÉ...
Yvan Colonna, nacionalista córsego foi condenado à prisão perpétua, pelos crimes de homicídio do Prefet Erignac (équivalente de um Governador Civil em Portugal, mas com mais poderes), et pelo ataque de uma gendarmerie à mão armada, na Córsega.
Os 6 juizes (neste caso, não houve jurados) condenaram-no baseando-se nas suas "intime conviction", sendo essa construida na observação e avaliação dos indices (provas materiais).
Tudo bem, as minhas aulas de Droit Penal voltaram à memória. No entanto, após um mês de processo, de produção de prova, de alegações de uns e d'outros, de incidentes processuais, não estou convencida da co-autoria de Colonna no homicídio.
No decurso deste mês, a minha "intime conviction" foi alterando-se. Pior, no início partia com ideias e parcialidades (preconceitos?) em relação a Colonna: odeio nacionalistas de qualquer bordo, acho que a humanidade não se pode reduzir a tão pouco, e tão baixo; mais ainda: considero a Córsega como legitimamente francesa, mesmo se teriamos as vantagens todas (sociais economicas) na independência da mesma. Mas mesmo assim, no decurso de um mês de processo, considero agora Colonna inocente.
E mais do que tudo, penso que os juizes, em 5 horas de deliberações estavam com dúvidas, e neste caso, esqueceram-se de um principio fundamental: o tel de in dubio pro reo... E nisso, seja por que razão for, tenho a intime conviction que se fizeram de esquecidos.
quinta-feira, dezembro 06, 2007
Quero ser milionária, e viver numa penthouse em NY...
4800 palavras para traduzir: inglês para francês técnico
Já é a 3ª tradução esta semana. Chegam sempre aos molhos.
Os meus clientes, esta semana pareciam que tinham formigas no c*: apareciam sem ser chamados, nem anunciados, no meu escritório, e queriam resolver os problemazinhos deles, pra ontem.
Um deles teve a lata de me dizer que como estava de baixa, podia passar mais vezes no meu escritório e falar mais comigo do assunto, ao qual respondi com um sorriso amarelo, que eu pelo contrário, não estava de baixa.
Não me queixo (ou talvez sim?...), só não durmo muito, como pouco e a más horas, ando sem paciência para tratar da minha pessoa, nem para conviver.
Contudo, há uma coisa que mesmo assim me satisfaz: o dinheiro...
Já é a 3ª tradução esta semana. Chegam sempre aos molhos.
Os meus clientes, esta semana pareciam que tinham formigas no c*: apareciam sem ser chamados, nem anunciados, no meu escritório, e queriam resolver os problemazinhos deles, pra ontem.
Um deles teve a lata de me dizer que como estava de baixa, podia passar mais vezes no meu escritório e falar mais comigo do assunto, ao qual respondi com um sorriso amarelo, que eu pelo contrário, não estava de baixa.
Não me queixo (ou talvez sim?...), só não durmo muito, como pouco e a más horas, ando sem paciência para tratar da minha pessoa, nem para conviver.
Contudo, há uma coisa que mesmo assim me satisfaz: o dinheiro...
terça-feira, novembro 27, 2007
segunda-feira, novembro 26, 2007
POR QUÉ NO TE CALLAS?...
- Sou republicana de educação e de convicção
- Percebo a "excepção" do rei Juan Carlos e a consequente razão histórica pela qual "há" um rei em Espanha (mesmo se, repito, não tem nada a ver com as minhas convicções, e aqui não me refiro ao resto da família real).
- Existe no mundo diplomático actual, uma incompreensível indulgência, uma tipo de "deixá lá, faz de conta que não viste/ouviste" em relação a Hugo Chavez, que me irrita profundamente. Porquê? Pelo petróleo? Pela insanidade do homem?
- Talvez ao mandar calar esse hipocrita-subdotado do Chavez, a Espanha tenha perdido mais do que se o rei não tivesse perdido a paciência.
- Agora uma coisas é certa, a Espanha saio com uma imagem digna (alguém reparou que Chavez, nessa cimeira, andou a insultar meio mundo, como por exemplo o Brasil, e, ninguem disse nada, houve até quem achasse muita piada)
- o rei, pela 2a vez na sua vida politica, demonstrou que merece a confiança da Espanha e o próprio título.
quinta-feira, novembro 22, 2007
Da irrefreavelidade que há em mim...
quarta-feira, novembro 14, 2007
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